“RAUL BARROZO DA MOTTA JUNIOR”
A nova versão de “Supergirl” estreou na última semana no Brasil e no mundo, mas os números de espectadores nas salas de cinema já vem levantando dúvidas sobre o sucesso da produção.
No primeiro final de semana, a bilheteria da filme arrecadou mundialmente US$ 62,6 milhões, aproximadamente R$ 324 milhões. Nos Estados Unidos, a estreia rendeu US$ 37,1 milhões, o que equivale a cerca de R$ 192 milhões.
Os números são considerados aquém do esperado pela DC Studios, que investiu R$ 878 milhões na produção de “Supergirl” e R$ 621 milhões em publicidade e distribuição global. Os dados são da revista americana Variety.
A história gira em torno de Kara Zor-El (Milly Alcock), prima do Superman, no espaço sideral em busca de vingança e justiça. Kara se une a Ruthye Marie Knoll (Eve Ridley), uma alienígena, para acabar com o mercenário Krem (Matthias Schoenaerts), responsável pela morte de seu pai.
Outro motivo de preocupação é o desempenho do filme diante da competição com produções de peso no cinema, como “Homem-Aranha: Um Novo Dia“, “Moana“, “Minions” e “A Odisseia”.
Passagem pelo Brasil
O elenco divulgou a produção em uma passagem pelo país em junho. Milly definiu a super-heroína como “inconvencional e única” e a roteirista do filme, Ana Nogueira, disse que foi importante detalhar a trajetória de uma personagem desligada do Superman.
“A relação com o Superman importa, mas é só uma parte dela”, disse. O filme tem direção de Craig Gillespie (“Cruella” e “Eu, Tonya“).
Veja o trailer de “Supergirl”