Prêmio Água na Boca: Confira os melhores restaurantes de Friburgo

Dez moradores ilustres de Friburgo foram convidados pelo GLOBO para votarem em seus restaurantes preferidos da região. Os jurados foram: Guilherme Rezende Jr, Claudio Nucci, Aimee Madureira, Luiza Ottoni, David Lucas, Maria Fernanda Macedo, Guilherme Isnard, Carolina Povoreli, Marcelo Verly e Sergio Prata

Eles escolheram o alemão Bürgermeister como o melhor na categoria principal. Alecrim venceu em pizzaria (Papillon e California ficaram atrás apenas no desempate), e o América como melhor bar.

Melhor restaurante: Bürgermeister
Melhor pizzaria / italiano: Alecrim
Segundo lugar pizzria: Califórnia e Papillon
Melhor bar/botequim: Bar América
Serviço e votos
Melhor restaurante: Bürgermeister

Braulio Furtado comanda a casa ao lado da mulher, Marlene Furtado, e do filho, Breno – Marcelo de Jesus / Agência O Globo
Em razão do seu aniversário de 200 anos, Friburgo está realizando uma série de festividades, incluindo homenagens aos representantes das colônias europeias que serviram como pilar para a formação da cidade. Sem a intenção, o Água na Boca contribuiu para esse reconhecimento, e o prêmio de melhor restaurante friburguense para uma casa de culinária alemã veio bem a calhar. O tradicional Bürgermeister, com seu indefectível joelho de porco e o chope caseiro, foi o grande vencedor do concurso.

Entre as justificativas dos eleitores do Bürgermeister não faltaram elogios ao ambiente especial do restaurante, além da comida. De fato, adentrar o estabelecimento é como chegar a um reduto estritamente alemão. De cara, uma bandeira do país deixa claro o que o cliente pode aguardar. As mesas e cadeiras de madeira remetem a uma típica taberna europeia, num clima bastante aconchegante. Ainda há placas, com palavras em alemão, como a que fica na mesa ao fundo, sinalizando o “Stammtisch”, ou seja, o ponto de reunião de amigos. O toque final da decoração são as centenas (ou seriam milhares?) de descansos de copo espalhadas pelas paredes, recordações principalmente de amigos, que trazem a lembrança após viagens ao exterior.

A casa foi aberta em 1978, mas é administrada por Bráulio Furtado há 31 anos. Descendente de uma das famílias alemãs que chegaram em Friburgo 200 anos atrás, Furtado nasceu na cidade serrana e fala “um pouco de alemão”, segundo ele. Ao menos, todo o cardápio, escrito nos dois idiomas, ele sabe traduzir. A sua relação com o restaurante nasceu antes de ele assumi-lo, quando ainda era um cliente.

— A loja era de um amigo meu, que insistiu muito para eu comprar dele. Eu trabalhava no hotel Bucsky, foi lá que aprendi a culinária alemã. Já era um restaurante alemão, mas eu o transformei, traduzi o cardápio, fiz a decoração toda — explica Furtado, que se orgulha do status alcançado pelo Bürgermeister. — Hoje somos uma referência na Região Serrana, até porque muitos outras casas nesse estilo foram fechando, infelizmente. O público é fiel, e recebemos muitos moradores, principalmente os mais velhinhos, de Petrópolis, Teresópolis e Friburgo.

Furtado não cuida do espaço sozinho. Ao lado dele estão seus fiéis companheiros, o filho Breno e sua mulher, Marlene. Juntos, administram o restaurante, num trabalho que começa até dentro de casa, como nos casos das bebidas produzidas artesanalmente por Furtado.

Essa produção, inclusive é um dos grandes atrativos do Bürgermeister. São as famosas bebidas típicas alemãs. Ele faz, apenas para vender no restaurante, o wacholder e o schnapps, que seriam as cachaças do país, e o “chope de panela”, como define, do tipo stout. Os clientes podem comprar canecas de até 3,5 litros, e ele jura que há quem beba tudo sozinho em um jantar. Entre as comidas, o carro-chefe da casa é o joelho de porco.

Como não poderia deixar de ser, o restaurante atrai muitos descendentes alemãs, ou até turistas europeus a passeio na cidade. Sem perder o clima de Copa do Mundo, Furtado relembra o eterno 7 a 1, ou melhor, 7 a 0.

— Vocês sabem que o jogo foi 7 a 0, porque aquele último gol a gente deixou de colher de chá — brinca, sempre bem-humorado, antes da eliminação alemão na Rússia.

Para o dono do Bürgermeister, manter um restaurante por mais de 30 anos não é uma tarefa difícil:

— A cada dia o sucesso é maior, fim de semana está sempre lotado, independentemente da estação do ano. Eu digo que existem três itens para o sucesso, fazer o que sabe, o que gosta de fazer e o que precisa para sobreviver. Quero morrer aqui dentro, trabalhando.

Melhor pizzaria / italiano: Alecrim

Pizza sabor capricciosa – Divulgação
Se a conquista de prêmios mesmo com pouco tempo de funcionamento é sinônimo de sucesso, então pode se dizer que o Alecrim foi um negócio bem sucedido. Aberto há apenas dois anos, o restaurante foi o vencedor da categoria pizzaria. O ambiente agradável e a massa que remete às pizzas de São Paulo foram essenciais, segundo os jurados, para a vitória.

Apesar de o Alecrim ser uma novidade, o homem por trás do restaurante tem experiência de sobra. Dono do tradicional La Bamba, Hugo Vianna decidiu, em março de 2016, abrir uma pizzaria, realizando assim um sonho antigo. O apetite foi tão grande que já foi aberta até uma segunda loja, no bairro do Cônego, há seis meses. A original fica no Centro.

— Tudo foi bem pensado e planejado, mas claro que nunca dá para saber como vai ser, todos os detalhes. O bom é que deu tudo certo em tão pouco tempo — afirma Vianna, que fez uma série de viagens a São Paulo até definir o conceito de sua pizzaria. — Não somos um restaurante paulista, mas conseguimos sair um pouco do que existia em Friburgo nesse tipo de restaurante. Mas conversei com muita gente que entende muito de pizzas lá. Lá eles se inpiram muito na Itália, e pode se dizer que nos inspiramos em São Paulo.

Segundo Vianna, os diferenciais do Alecrim são o ambiente, agradável e sofisticado, inclusive com inspiração na Toscana, na decoração e na identidade visual; e a qualidade das pizzas, marcada pela fermentação diferenciada, o trabalho com farinha italiana e embutidos artesanais. A confiança no negócio foi tamanha que nem a crise econômica foi capaz de assustar Vianna.

— O momento não era bom, mas já tenho muita experiência no ramo. O ambiente é muito bacana, então as famílias vão lá para fazer um jantar de fato, não é uma lanchonete, em que passam para comer uma pizza e sair só. E nós nem trabalhamos muito em cima do marketing, só temos páginas nas redes sociais. O público nos abraçou espontaneamente mesmo.

A loja do Centro fica ao lado do La Bamba, que já existe há 40 anos, o que foi uma vantagem no começo, até pela facilidade na divulgação do novo empreendimento. Atualmente, porém, Vianna diz que os clientes já se diferenciam bastante, pois o Alecrim conseguiu cativar seu público específico. O restaurante do Centro tem capacidade para 70 pessoas, e a do Cônego, para 50.

— A segunda loja fizemos num bairro residencial, menor, mas também foi muito bem aceita. Fica numa rua onde já existem outros restaurantes, o movimento é bem legal — diz Vianna, que revela desejo em expandir a marca e abrir um novo restaurante, mas dessa vez em outra cidade. — Ainda não está definido, mas tenho a vontade de abrir mais um Alecrim, pelo menos.

Um dos jurados do Água na Boca que votaram no Alecrim foi o cantor Guilherme Isnard. O seu voto, diz, se justificou pela semelhança da pizza com as oferecidas em São Paulo, sua cidade de origem.

— Viemos de São Paulo, onde a cultura da pizza é respeitada, desenvolvida e arraigada. Me arrisco a dizer que a pizza do Alecrim é a mais paulista das pizzas friburguenses em sabor, textura, espessura e apresentação — afirmou o fundador e cantor da banda Zero.

Segundo lugar pizzria: Califórnia e Papillon

Valéria, Wilson e Eduardo Sada – Marcelo de Jesus / Agência O Globo
A pizzaria California é um daqueles estabelecimentos de cidade pequena que toda população conhece e usa como referência geográfica. Desde 1966, o restaurante faz a alegria das famílias friburguenses com suas pizzas num ambiente estilo lanchonete. Sua tradição e a praticidade foram justificativas para os votos dos jurados. A Califórnia terminou empatada em primeiro lugar, ao lado do Alecrim e da Papillon, e acabou perdendo apenas no desempate.

Há 35 anos, a família Sada é a responsável por gerenciar a casa. Os donos são os irmãos Wilson e Marco Aurélio. Os filhos do primeiro, Eduardo e Valéria, também trabalham no local, como gerentes. Um dos trunfos da pizzaria é que, diferentemente da maioria dos restaurantes da mesma especialidade na cidade, ela abre cedo, desde o meio-dia. As pizzas têm massa grossa e podem ser vendidas em fatia, no caso do sabor queijo e presunto, a mais vendida do espaço. Outra característica clássica é a porção de alho torrado presente no balcão e nas mesas. Tradição que sempre fez sucesso em Friburgo.

— São várias gerações de público que acompanhamos aqui. O cliente que vinha criança depois cresceu e hoje traz a família — diz Valéria.

A pizzaria Califórnia é um filho que orgulha Wilson Sada. Quando está no balcão, o dono trata os clientes como se fossem seus amigos de infância. Ele lembra como se fosse ontem a época em que comprou o estabelecimento, que já funcionava há alguns anos.

— Eu e meu irmão trabalhamos o carnaval inteiro, que foi pouco depois do negócio, para podermos pagar tudo. Eram 24 horas por dia, nunca mais fizemos essa loucura — conta Sada, com bom-humor. — A Califórnia virou uma referência na cidade. É como no Maracanã. A primeira vez que fui no estádio, descobri que a estátua do Bellini era um ponto de referência para os encontros. É o mesmo com a Califórnia na cidade.

Papillon: empresa familiar

A pizza da Papillon não é uma qualquer. A massa pode ser fina ou grossa, de acordo com o desejo do cliente, e a oferta dos sabores é variada. Mas um aspecto que nunca muda é a fartura dos seus recheios. Com a presença bastante generosa dos ingredientes, comer duas fatias já é quase uma valorosa refeição. A pizzaria foi uma das mais votadas da categoria em Friburgo, só sendo batida pelo Alecrim no desempate.

Pizzas da Papillon, uma das mais votadas de Friburgo – Marcelo de Jesus / Agência O Globo
A casa é bastante tradicional, e foi aberta em 1984, com o objetivo de fixar uma pizzaria do estilo paulista em Friburgo. Atualmente está em seu terceiro endereço, na Rua Oliveira Botelho, e é comandada por Marcelo Crescêncio, que herdou o negócio de seu avô, Aurélio, o fundador. O jovem de 28 anos viveu até seus 18 dentro da pizzaria, como diz, época em que foi morar no Rio. Há dois anos, porém, ele voltou para assumir a Papillon, depois do falecimento de seu avô.

Ao lado de Crescêncio, trabalham seus pais e seus dois irmãos.

— É uma casa familiar. Eu acabei ficando à frente porque era o que entendia mais de gastronomia — explica Crescêncio, que está pensando em expandir o cardápio da casa, hoje só com pizzas. — Queremos começar a trabalhar com massas.

A loja atual foi aberta em 2015 e tem três ambientes, distribuídos em dois andares, com capacidade para até 60 pessoas. Um fator que nunca mudou na pizzaria foi o forno a lenha, ou melhor, eco-lenha, cumprindo conceito de sustentabilidade. Para Crescêncio, o diferencial da Papillon é a fartura dos recheios.

— O sabor Ala Real (mozarela, presunto, bacon e catupiry) chega a pesar 1,5 quilo. As massas são sempre frescas, fazemos no dia, e o cliente pode pedir fina ou grossa, além de borda recheada — diz Crescêncio.

Melhor bar/botequim: Bar América

SR Friburgo (Rio de Janeiro) 07/06/2018 – ESPECIAL ÁGUA NA BOCA – Bar América, melhor bar de Friburgo. Rivana Abbud. Foto Marcelo de Jesus / Agencia O Globo – Marcelo de Jesus / Agência O Globo
Quando criança, Rivana Abbud costumava frequentar o Bar América com seu pai. Muitos anos depois, a então cliente virou a dona do estabelecimento, realizando um sonho antigo. A fidelização dos seus clientes por décadas e décadas é uma das marcas do estabelecimento, o que ajuda a explicar seu funcionamento desde 1943. E foi na base do tradicionalismo, além do petisco e do chope gelado, que o Bar América conquistou o prêmio Água na Boca na categoria Bar/Botequim.

Há 13 anos, a oportunidade de assumir o Bar América se apresentou a Rivana. Na época, ela era dona de um outro restaurante, na mesma rua.

— Eu sempre gostei desse bar. Quando surgiu a possibilidade, passei o meu outro restaurante para a sócia, e fiquei só aqui. Assim que virei dona, fiz uma reforma grande. Já estou até pensando em fazer novas mudanças em breve — afirma Rivana, que lida com funcionários e clientes com a mesma naturalidade, como se todos estivessem em casa.

O Bar América aposta no simples, mas bem feito. Como só abre no fim da tarde — exceto aos sábados, quando oferece feijoada no almoço —, o cardápio é formado por 60 opções de petisco e os chopes gelados, tradicional ou artesanal. O campeão de vendas é a coxinha, eleita por Rivana como a melhor do Rio de Janeiro, “quiçá do Brasil”. O pastel e a porção de corações são outras pedidas frequentes.

Melhor coxinha do Rio é o do Bar América, segundo Rivana – Marcelo de Jesus / Agência O Globo
O bar também organiza muitos eventos. Quase que diariamente há uma atração. Toda última segunda-feira do mês há o encontro literário Chopp com Letras; às terças tem happy hour com caipirinha em dobro; a quarta é a Quarta Gastronômica, em que um chef ou um entusiasta da cozinha é convidado para fazer alguma comida numa cozinha montada no meio do salão; às quintas também tem happy hour e som ao vivo; às sextas é dia de samba ou rock; e sábado tem feijoada. Programação de tirar o fôlego.

— Temos que nos movimentar — diz Rivana, que está organizando um concurso de contos. — Já temos 82 inscritos, vai ser um sucesso.

Os clientes antigos são o pilar da existência do Bar América. E o espaço reconhece isso na sua ambientação. Pelas paredes do lugar, há diversas fotos dos “tradicionais boêmios” do estabelecimento, como define Rivana:

— Eu corri atrás dessas fotos através de muitas pessoas. Depois fui revelando e ampliando. Friburgo tem muito a cultura de botequim na rua. No inverno cai um pouco o movimento, mas continua grande. Quem é cervejeiro não tem jeito, bebe em qualquer clima.

Serviço e votos
Guilherme Rezende Jr (cineasta/ diretor relacoes institucionais polo audiovisual de nova friburgo e região)

Restaurante – Bürgermeister

Massas/Pizzaria – Pizzaria Califórnia

Bar / Botequim – Bar América

Claudio Nucci (cantor e compositor. Ex Boca Livre)

Restaurante – Kado

Massas/Pizzaria – Galpão Gourmet

Bar / Botequim – Bar América

Aimee Madureir (atriz)

Restaurante – Burguemeister

Massas/Pizzaria – Alecrin

Bar / Botequim – Gallery

Luiza Otton (empresária)

Restaurante – Oficina da gastronomia

Massas/Pizzaria – Haux

Bar / Botequim – Bar do Geninho

David Lucas (ator)

Restaurante – Varandão

Massas/Pizzaria – California

Bar / Botequim – Cesar´s bar

Maria Fernanda Macedo (jornalista)

Restaurante – Bode Expiatório

Massas/Pizzaria – Pappillon

Bar / Botequim – Bar América

Guilherme Isnard (cantor)

Restaurante – Dom João

Massas/Pizzaria – Alecrin

Bar / Botequim – Loft

Carolina Povoreli (médica)

Restaurante – Burgermeister

Massas/Pizzaria – Papillon

Bar / Botequim – Casarão de Minas

Marcelo Verly (professor e secretário de ciência e tecnologia de Friburgo)

Restaurante – Oca Maloca

Massas/Pizzaria – Prediletta

Bar / Botequim – Bar do Machado

Sergio Prata (Vice-presidente da Euterpe Lumiarense – Escola de Música de Lumiar)

Restaurante – Cilantro

Massas/Pizzaria – Raiz

Bar / Botequim – Choperia Ranz

Alecrim:

Praça do Suspiro 49, Centro. Tel: 22 2522-8076. De quarta a segunda, das 18h às 23h.

Bar América:

Rua Monte Líbano 37, Centro. Tel: 22 2519-2083. De segunda a sexta, das 16h à 1h; sábado, das 11h à 1h.

Bar do Vovô:

Rua Guilherme Henrique Spitz, Lumiar. Tel: 2542-4141. Todos os dias, das 12h à 0h.

Bode Expiatório:

Praça Presidente Getúlio Vargas 196, Centro. Tel: 22 2523-6203. De quarta a sábado, das 12h às 16h, e das 17h às 21h; e domingo, das 12h às 16h.

Boteko do Machado:

Rua Humaytá 74, Perissê. Tel 22 2521-0202. De quarta a sábado, das 17h30 à 0h; domingo, das 11h às 16h.

BÜrgermeister:

Rua Deolinda Thuler 119, Cônego, Nova Friburgo. Tel: 22 2522-8255. De terça a sexta, das 12h às 17h e das 19h às 23h; sábado, das 12h às 23h; domingo, das 12h às 16h.

California Pizzaria:

Praça Presidente Getúlio Vargas 107, Centro. Tel: 22 2519-2083. Todo dia, das 12h às 23h30.

Casarão de Minas:

Praça Presidente Getúlio Vargas 242, Centro. Tel 22 2522-9683. Segunda, das 13h às 18h; de terça a quinta, das 9h à 1h30; sexta e sábado, das 9h às 2h30; domingo, das 10h às 14h.

CERVEJAria Ranz:

Rodovia RJ-142, 26, Lumiar. Tel: 22 99825-6503. Sexta e sábado, das 10h às 21h.

Cilantro Bistrô:

Rua Rodrigues Alves 36, São Pedro da Serra. Tel 21 967000786. Quinta, das 11h30 às 14h30, e das 18h às 21h30; sexta, das 11h30 às 14h30, e das 18h às 23h; sábado, das 11h30 às 23h; domingo, das 11h30 às 17h.

Cesar’s Bar:

Rua General Osório 387, Centro. Tel: 22 2528-8228. De terça a domingo, das 8h à 0h.

Dom João:

Rua Deolinda Thuler 119, Cônego. Tel: 22 2533-2045. De terça a sexta, das 18h às 23h; sábado, das 12h às 15h30 e das 18h30 às 23h; domingo, das 12h às 17h.

Gallery:

Avenida Hamburgo 481, Mury. Tel: 21 97277-0902. Sexta e sábado, das 20h à 1h.

Galpão Gourmet:

Rua Romão Aguilera Campos 673 loja A, Cônego. Tel: 22 2523-4000. Todos os dias, das 18h à 0h.

Haux:

Rua Sete de Setembro, Lumiar. Tel: 22 99967-9327 De sexta a quarta, das 18h à 0h.

Kado:

Praça Marcílio Dias 36, Centro. Tel: 22 2523-8909. De segunda a sexta, das 18h às 23h; sábado, das 12h às 23h; domingo, das 12h às 22h.

Loft:

Rua Nicolau Gachet, sem número, Suiço. Tel: 22 99833-3285. Sexta e sábado, das 17h à 1h; domingo, das 17h à 0h.

Oca Maloca:

Rua Deolinda Thuler 145, Cônego. Tel: 22 2519-3137. De quarta a sexta, das 17h à 0h; sábado, das 11h à 0h; e domingo, das 11h à 17h.

Oficina da Gastronomia:

Rua Sete de Setembro 41, Lumiar. Tel: 22 99959-3287. De terça a quinta, das 17h às 23h30; se sexta a domingo, das 13h às 23h30.

Papillon:

Rua Oliveira Botelho 53, Centro.Tel: 22 2522-2869. De terça a domingo, das 17h30 às 23h.

Prediletta:

Rua Augusto Spinelli 124, Centro, Nova Friburgo. Tel: 22 2533-0300. De terça a sábado, das 18h às 23h.

Raiz:

Rua Rodrigues Alves 527, São Pedro da Serra. Tel: 22 2542-3155. Quinta, das 19h às 23h; sexta e sábado, das 19h à 0h; domingo, das 18h às 23h.

Varandão:

Rua Monsenhor Miranda 46, Centro, Nova Friburgo. Tel: 22 2522-5021. De segunda a sábado, das 11h às 20h30; domingo, das 11h às 16h.

Fonte: O Globo
Postado por: Raul Motta Junior