Fecomércio, que financia Centro Presente, não sabe se renovará contrato

O clima é de apreensão entre moradores e frequentadores de áreas que contam com o Segurança Presente, policiamento preventivo que atua em cinco áreas da cidade e tem ajudado a reduzir os índices de violência onde atua. A Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), que financia integralmente a iniciativa no Aterro do Flamengo, na Lagoa e no Méier, não decidiu ainda se manterá a parceria com o governo do estado, como informou Ancelmo Gois em sua coluna no GLOBO. A entidade divide com a prefeitura os custos da Operação Centro Presente. Já na Lapa, o projeto é custeado pelo estado.

O contrato de um ano do Centro Presente, no valor de R$ 47 milhões, termina no dia 1º de julho. Segundo a secretaria estadual de Governo, houve uma conversa entre os coordenadores das operações e a presidência da Fecomércio, e a entidade sinalizou que não quer dar continuidade à parceria. Em nota, a entidade afirma que “não há, no momento, negociações para renovação do programa”, mas que “o assunto está sendo estudado”. O contrato de dois anos para financiar o projeto no Aterro, Lagoa e Méier, no valor de R$ 47 milhões, vence em dezembro.

Segundo a assessoria de Marcelo Crivella, a prefeitura do Rio tem interesse em manter o Centro Presente, operação que, desde sua implantação, em julho passado, prendeu 2.214 pessoas.

Fonte: O Globo
postado por: Raul Motta Junior
Foto: Guilherme Pinto / Agência O Globo