Pedagoga orienta escolas a fazerem as mudanças necessárias para ser tornarem realmente inclusivas

Foi a partir da publicação de seu livro “O orientador educacional, o mediador e a inclusão: um caminho em construção” (editora Wak) que a pedagoga Marise Miranda decidiu começar a fazer um trabalho diretamente nas escolas, mostrando o caminho para que elas sejam realmente inclusivas. Desde 2004 vem apresentando sua proposta para mostrar que nada é impossível de ser feito.

— Uma escola não deve ter medo, mas aprender a construir parcerias e pontes, com espaços multidisciplinares que atendam os alunos nas suas individualidades. Seja instalando rampas ou ensinando linguagem de sinais aos professores; enfim, o que for preciso para integrar esse aluno. No fim, todos ganham com esta interação — conta ela, que é mestre em ciências pedagógicas e presidente da Associação dos Orientadores Educacionais do Rio.

Moradora de Jacarepaguá, ela criou o espaço Mais Vida, que funciona na Estrada dos Três Rios, para atender crianças com necessidades especiais ou dificuldade de aprendizagem, além de receber representantes de escolas que querem orientação de como se adaptarem às necessidades dos estudantes com deficiência:

— Exige conhecer os principais transtornos que se tem hoje para adequar a sua pratica pedagógica de uma maneira eficiente.

Fonte: O Globo
Postado por: Raul Motta Junior