“RAUL BARROZO DA MOTTA JUNIOR”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na madrugada deste sábado (11) que ordenou às Forças Armadas que estejam preparadas para lançar ataques contra o Irã caso o governo iraniano execute ou tente executar um atentado para assassiná-lo.
Em publicação na rede Truth Social, Trump afirma que mísseis americanos estão apontados para o Irã, “prontos para serem disparados imediatamente”.
“Mil mísseis estão armados, prontos para lançamento e apontados para a República Islâmica do Irã, com milhares de outros prontos para serem disparados imediatamente, caso o governo iraniano concretize sua ameaça, feita em várias partes do mundo, de assassinar ou tentar assassinar o atual presidente dos Estados Unidos da América — neste caso, EU!”, escreveu o líder americano.
Ainda na publicação, Trump diz que “as Forças Armadas dos EUA estão prontas, dispostas e aptas, por um período de um ano, sujeito a prorrogação, a devastar completamente e destruir todas as áreas do Irã.”
Como mostrado pela CNN, Israel compartilhou com os Estados Unidos informações de inteligência indicando que o Irã havia elaborado recentemente um novo plano para assassinar Trump, segundo duas fontes a par do assunto.
Uma das fontes afirmou que o alerta foi recebido nesta semana. Outra fonte disse que os EUA vinham recebendo, nas últimas semanas, um fluxo constante de informações sobre possíveis planos para assassinar Trump, mas o alerta de Israel era novo e tratava de uma conspiração específica.
Outras autoridades americanas sugeriram que o relato israelense poderia ser uma tentativa de influenciar a tomada de decisão de Trump, enquanto ele avalia se deve intensificar a ação militar americana contra o Irã.
Os detalhes da conspiração apontada por Israel não ficaram imediatamente claros, e duas fontes a par do assunto disseram que os EUA ainda não haviam verificado as informações de forma independente.
O governo americano alerta há tempos que o Irã pode tentar matar Trump em retaliação ao ataque com drone ordenado por ele em 2020, que resultou na morte de um importante general iraniano, Qasem Soleimani.