Comércio do Rio reabre mais dois setores; feiras livres só podem vender hortifruti e pescados

A cidade do Rio reabriu mais dois setores do comércio nesta sexta-feira: lojas de materiais de construção e de conveniência em postos de gasolina, conforme o decreto municipal publicado no Diário Oficial do município na quinta-feira. Alguns estabelecimentos, que já estavam permitidos, também foram detalhados na edição extra. A prefeitura argumenta que não houve flexibilização para abertura de outros comércios, além dos citados. Os demais não estavam especificados e fazem parte da cadeia de venda e produção de alimentos.

–O que tem de novo são as lojas de conveniência dos postos e as lojas de materiais de construção –- disse o secretário de Ordem Pública, Gutemberg Fonseca.

As feiras livres também sofreram mudanças. Em portaria publicada nesta sexta-feira, a prefeitura limitou os produtos a serem comercializados. Há quatro dias, decidiu que elas iam se manter semanais para evitar aglomerações que poderiam ocorrer caso fossem quinzenais. Também haverá o rodízio de barracas pares numa semana e ímpares na outra.

Agora, a nova determinação restringe os alimentos vendidos nas feiras. Basicamente, está permitida somente a venda de frutas, verduras, legumes e pescados. A lista de proibições impostas pela prefeitura inclui até mesmo o tradicional pastel com caldo de cana. O objetivo, segundo o texto, é reduzir aglomerações.

Foram proibidos também: artesanato, peças de armarinho, café em pó, ervas, brinquedos, biscoitos, calçados, artigos de beleza, bebidas, bijuterias, artigos de vestuário, artefatos de couro e plástico, ferragens, louças e alumínios, entre outras peças.

Confira quais comércios estão liberados:
lojas de conveniência (a partir desta sexta-feira);
de material de construção (a partir desta sexta-feira);
mercearias (entrou no decreto, mas já estava liberado);
aviários (entrou no decreto, mas já estava liberado);
depósitos (entrou no decreto, mas já estava liberado);
comércio de insumos agrícolas (entrou no decreto, mas já estava liberado);
comércio de gás liquefeito de petróleo (entrou no decreto, mas já estava liberado);
mercados;
hortifrutis;
padarias e confeitarias;
açougues;
peixarias;
distribuidoras;
transportadoras;
postos de combustível;
lojas de medicamentos veterinários, alimentos e produtos de uso animal.

Fonte: Globo
Postado por Raul Motta Junior
Foto: FABIO MOTTA / Agência O Globo