Copacabana amanheceu nesta segunda-feira juntando os cacos — literalmente. Após a confusão de domingo no Baile da Favorita, em Copacabana, o prefeito Marcelo Crivella decidiu proibir que dois blocos grandes desfilem no mesmo dia na Zona Sul. O rastro deixado pelos tumultos que, de acordo com especialistas em segurança e análise de risco, poderia ter sido evitado e foi resultado de uma espécie de “jogo dos sete erros”.
O Bloco do Favorita terminou em confusão e correria. O tumulto aconteceu após o fim do último show do bloco, na altura do Copacabana Palace. Dezenas de pessoas registraram na 12ª DP o roubo de celulares, carteiras e bolsas. O evento marcou a abertura oficial do carnaval que dura 50 dias em 2020.
O Bloco do Favorita terminou em confusão e correria. O tumulto aconteceu após o fim do último show do bloco, na altura do Copacabana Palace. Dezenas de pessoas registraram na 12ª DP o roubo de celulares, carteiras e bolsas. O evento marcou a abertura oficial do carnaval que dura 50 dias em 2020.
Dispersão
A dinâmica para esvaziar o local após o evento não foi adequada para um público de 300 mil pessoas.
Show em lugar inadequado
No Centro, mais vazio do que Copacabana, seria mais fácil gerir a apresentação.
Plano de transporte
Uma divulgação eficiente das saídas de metrô teria fracionado os grupos em deslocamento.
Controle de multidão
Para especialistas, o uso de spray de pimenta e da cavalaria não é a melhor forma de conter tumultos e acaba por amplificar a confusão.
Fiscalização deficiente
Os agentes municipais não agiram para coibir ambulantes e irregularidades, aumentando a confusão.
Plano de policiamento
MP analisa denúncia de que a prefeitura não cumpriu prazo de 70 dias para a PM planejar o policiamento.
Dividir foco de atenção
Como no réveillon, eventos de porte devem ter atrações paralelas para evitar um fluxo maciço na saída.
Fonte: Globo
Postado por: Raul Motta Junior