Com vista para as pistas de corrida e para as montanhas da cidade, a galeria de artes Carpintaria abre suas portas em um espaço de 300 m², remodelado e com função bem diferente da que exercia no passado, dentro do Jockey Club, no Jardim Botânico. O lugar onde se trabalhava a madeira de diversas formas abrigará, a partir deste domingo, a exposição “Uma canção para o Rio”, um diálogo entre música e artes plásticas, com curadoria de Douglas Fogle e Hanneke Skerath, de Los Angeles. É o início de uma programação cultural regular, planejada pelo grupo Fortes Vilaça, em breve com novo nome: Fortes D’Aloia & Gabriel. No complexo Vila Portugal, que se desenha no terreno carioca — ainda à espera de restaurantes, livrarias e outras galerias —, a Carpintaria será a primeira a chegar na área.
A Galeria e o Galpão, ambos em São Paulo, foram os projetos iniciais da marca. No caso da Carpintaria, a ideia é transcender as artes plásticas, além de abrir espaço para novos artistas. Assim, terão lugar mostras coletivas, grandes individuais (uma por ano) e parcerias entre aqueles que seguem linhas em comum, como Adriana Varejão e a portuguesa Paula Rego.
— Trata-se de um lugar para ventilar nossas ideias, abrir um pouco a abrangência de nossas práticas — frisa a sócia Marcia Fortes.
Fonte: O Globo
Postado por: Raul Motta Junior