“RAUL BARROZO DA MOTTA JUNIOR”
A morte do cantor Michael Jackson completa 17 anos nesta quinta-feira (25). Considerado o Rei do Pop internacional, o impacto da carreira do artista norte-americano atravessou gerações de ouvintes ao redor do mundo.
Jackson morreu em 25 de junho de 2009, aos 50 anos, vítima de uma parada cardíaca após uma overdose de sedativos e propofol, um anestésico poderoso. Após partir prematuramente, o artista deixou três filhos: Prince Jackson, Paris Jackson e Bigi Jackson.
Na época, o cardiologista do astro, Conrad Murray, foi indiciado por homicídio culposo por ter ministrado o medicamento. O profissional foi condenado, em novembro de 2011, a quatro anos de prisão e liberado dois anos mais tarde. Alguns meses depois, ele também voltou a poder exercer a profissão.
Cinebiografia “Michael” (2026)
Em 2026, a presença de Michael ficou ainda mais forte com um dos lançamentos do ano se baseando em sua vida. A cinebiografia “Michael” chegou aos cinemas no final de abril e, apenas na primeira semana de junho, o longa alcançou a marca de 6,8 milhões de espectadores nos cinemas nacionais e arrecadou mais de R$ 155 milhões em bilheteria.
Marcada pela direção de Antoine Fuqua, conhecido por seu trabalho em “Dia de Treinamento” e “Invasão à Casa Branca”, a trama conta com os atores Juliano Valdi e Jaafar Jackson como o Rei do Pop em diferentes fases de sua vida.
Embora tenha sido amplamente criticada por omitir algumas polêmicas envolvendo a trajetória pessoal e profissional do cantor, poucos dias depois de ser lançada, a cinebiografia já ultrapassava os US$ 700 milhões em vendas, tornando-se a segunda maior bilheteria deste ano.
Para a felicidade dos fãs do longa musical, fontes internas, ouvidas pela revista Variety, teriam confirmado que uma sequência do filme já estaria sendo produzida e boa parte das cenas estão em processo de gravação.
Trajetória de Michael Jackson
Quando ainda era criança, Michael começou sua carreira artística no programa “The Jackson 5” ao lado de seus irmãos. O grupo alcançou o auge da fama na década de 1970. Posteriormente, ele optou por lançar sua carreira solo com o famoso disco “Off the Wall” (1979) — na época, a produção musical chegou ao Top 3 e alcançou quatro singles no top 10 da Billboard Hot 100.
Poucos anos depois, o norte-americano voltou a investir na carreira internacional com “Thriller” (1982). A ideia do álbum era conquistar o público do R&B, do rock e do pop ao mesmo tempo.
O objetivo do cantor foi atingido quando ele manteve a produção no topo da Billboard por 37 semanas. Além disso, o lançamento conquistou oito Grammys e se tornou o álbum mais vendido de todos os tempos.
Até o ano de sua morte, ele ainda emplacou “Bad” (1987), “Dangerous” (1991) e “Invincible” (2001). Dando sequência a seu sucesso, sua família ainda divulgou dois álbuns póstumos: “Michael” (2010) e “Xscape” (2014).
Atualmente, 17 anos após sua trágica morte, Michael conta com mais de 109 milhões de ouvintes mensais no Spotify. “Billie Jean” continua sendo sua faixa mais popular, seguida por “Beat It”, “Chicago”, “Don’t Stop ‘Til You Get Enough” e “Human Nature”.
*Sob supervisão de Gabriela Maraccini
Músicas de Michael Jackson têm aumento de 209% após cinebiografia