Diante do déficit habitacional de 220 mil residências somente na cidade do Rio, viver ao relento ou em barracos em ruas, praças e parques se tornou a saída para uma legião de sem-teto. Neste domingo, pelo menos dez cabanas improvisadas estavam montadas na Praça Virgílio Mello, no Centro, perto do antigo prédio do Ministério do Trabalho. Um dos moradores, Alan Souto, de 34 anos, contou que há quatro anos vive sob as marquises com a mulher, Maria da Glória, de 44. O casal sonha com a oportunidade de ganhar um lar por meio do programa Minha Casa Minha Vida, no qual os dois se inscreveram há dois anos. Até agora, no entanto, não foram sorteados.
Fonte: O Globo
Postado por: Raul Motta Junior